Calendar
Exhibitions
- "Ontem", Galery INVALIDEN, Berlin, Germany.
14 january
http://www.invaliden1.com/exhibitions/current
- Canal, project with Eduardo Matos, Espace Photographique Contretype, Brussels, 31 January 2012
- Blanca Berlín Galería, Madrid, Curated by Nerea Ubieto. Project a 3 Bandas. www.a3bandas.org/es/
www.blancaberlingaleria.com . In April 2012
In 2011 shortlisted for the Paul Huf Award, Foam Fotografiemuseum Amsterdam. My new book is coming soon, published by Pierre von Kleist Editions. At this moment I'm developing a new project about the Canal of Brussels in Belgium, a Residence of artist by Espace Photographique Contretype.
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Ahorn Magazine
http://www.ahornmagazine.com/issue_7/solo_cepeda/solo_cepeda.html
More than a Blog by Carlos Albalá
http://morethanblog.wordpress.com/2011/07/19/especial-portugal-conversacion-con-andre-cepeda/
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Texto de Paulo Reis
sobre estas 3 imagens da série River
Last night, Iowa, 2008/ Lonely Nights, Indianapolis, Indiana, 2008/ Untitled, Missouri, 2008
Em conformidade com o seu percurso longo como fotógrafo, André Cepeda reúne a sua acção em redor dos conceitos de viagem, paisagem (atendendo a diferentes tipologias) e humanização. Nas 3 fotografias desta série, constata-se a ausência de pessoas registadas na paisagem. Todavia, em cada uma delas, a sua presença é implícita e incontornável. O automóvel ficou esquecido por alguém no meio de um percurso; a estrada alarga-se num ponto de fuga quase renascentista, tendo sido construída pela força de uma intervenção na natureza em prol de um desenvolvimento comunitário…quer em função de um dimensionamento poético nocturno, quer na nitidez anímica da visão diurna. Aliás, na obra do artista, estas duas modalizações filosóficas fazem-nos retroceder até ao pensamento de Gilbert Durand (veja-se “Estruturas Antropológicas do Imaginário”). Muito frequentemente, a sua obra é dirigida por uma ou outra vertente e substância também na sua visibilização empática e, portanto, estética. As potencialidades psico-afectivas, societárias e críticas que são substância das suas imagens agarram o espectador, pois este reconhece as dúvidas e as certezas – ultrapassando-se o paradoxo – pois são realmente paisagens da estrutura do imaginário, quanto da razão e sensibilidade do humano.
